sexta-feira, 12 de março de 2010

A criatividade e o prazer de existir pela espuma quântica...

É tempo do início de uma grande mudança na existência da raça humana. Posso concluir que todas as "ciências de ponta" do início do século passado,hoje, estão gradual e irremediavelmente a ser comparadas, alterando inúmeras verdades anteriormente consideradas inatacáveis. A própria física na sua visão quântica, quanto estende os seus argumentos para questões, de como a consciência pode influenciar a matéria, já nos abre um caminho impensável e inimaginável para muitos anos atrás. O desenvolvimento de toda esta transformação perceptiva ocorre em diversas áreas do conhecimento, mostrando que a nossa realidade está muito mais dinamizada por nós mesmos, do que jamais poderíamos supor.

Começamos a perceber, que somos totalmente responsáveis pelo que vivenciamos... Qualquer um de nós pode apreciar o verdadeiro paraíso aqui na terra, criando realidades altamente prazenteiras e superiormente criativas. Com total autonomia e lucidez a humanidade encaminha-se para novos e extraordinários conhecimentos nunca antes concebidos como possíveis, e nem sequer imagináveis... A Grande realidade é que a nossa civilização já não é a mesma. O que hoje para nós é trivial, há cem anos era impossível e inimaginável. Por favor abram-se as mentes, " Open Mind", para as possibilidades que este texto mostra e imaginem o que está para vir.

Somos muito mais do que um conjunto de ossos e músculos a favor das forças do universo. Inúmeros estudos foram realizados, e, desde os filósofos mais antigos da humanidade, passando por tribos de todas as espécies, avançando por todo e qualquer estudo científico, de acordo com a "evolução da humanidade" estes estudos ora possuíam um cunho positivista, ora mais espiritualista, de qualquer forma, o que vale reflectir, é que todos os desenvolvimentos que já ocorreram, e continuam a ocorrer, nunca conseguiram apontar uma verdade absoluta sobre o assunto, que, ao que parece, não se encerra, focando a estrutura da consciência e das infinitas possibilidades criativas do ser.

Sabemos desde tempos muito antigos, que existe uma indagação da humanidade pelo conhecimento da vida, a questão agora, é descobrir o que é a vida, permanecendo lúcidos na própria experiência criativa do existir. Este é o princípio da consciência humana! Será que já demos espaço para imaginar as múltiplas possibilidades de existir criativamente num só agora? E se avançássemos lucidamente nesta espuma quântica e descobríssemos que de facto já é muito mais do que os nossos pensamentos lineares sempre conceberam? E se de repente ampliássemos a nossa consciência de tal modo que, começássemos a ter toda a certeza advinda da experiência bruta e animal, de que somos nós que realmente criamos as nossas realidades... e mais, que a realidade concreta não é tão densa e nem tão imutável como nos fizeram acreditar...

Se, em actos continuados de extrema sanidade, soubéssemos que pela própria acção, somos livres para nos transformarmos como quisermos... que afinal a vida, está, e sempre esteve nas nossas mãos, agiríamos então, com toda a certeza de forma mais instintiva e criativa. É o princípio do novo olhar sobre a condição humana, uma viagem, na nossa existência terrena, que se transforma numa aprendizagem sobre a ampliação da consciência quando a mesma atravessa o “perigoso” universo das emoções…

“ Até onde as leis das matemática se referem à realidade, não são certas, e, até onde são certas não se referem à realidade”.
«Albert Einstein»

Manuela (direitos reservados)

Bom Fim de Semana


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sexta-feira, 5 de março de 2010

Olhem o que fizeram na vedação da minha moradia as maquinas que limpam muros e murais. Quem faz estes contratos??





































.... Que Chaçina meus amigos. VEJAM se isto se faz numa vedação de uma moradia. Invasão de propriedade privada nitidamente. Alguém que não estava nada bom da cabeça...julgo.

domingo, 14 de fevereiro de 2010


(Subway, de George Tooker)

A Ciência está apenas começando a dissecar este fenômeno, mas a sua existência já foi comprovada de forma indubitável. As primeiras pistas a seu respeito surgiram em certos laboratórios experimentais de Física Quântica. As experiências consistem, basicamente, em criar em diferentes partes do laboratório (ou mesmo em laboratórios distantes, p. ex., em países diferentes) aquilo que os cientistas chamam de “espelhos topológicos”: micro-regiões do espaço às quais são impostas as mesmas condições eletro-magnéticas, gravitacionais, etc. Ou seja, são dois espaços praticamente iguais um ao outro, só que situados a quilômetros de distância.

Os experimentadores descobriram que quando uma partícula (por exemplo, um elétron) desaparece num desses espaços, uma partícula semelhante surge no outro, ao mesmo tempo – como se os dois espaços estivessem em comunicação entre si (o que em termos da Física Clássica é impossível) e o segundo fosse uma continuidade do primeiro. Daí a expressão “espelho topológico”, que aliás é inexacta, porque na verdade o segundo espaço não é um mero reflexo do outro, é uma cópia igual ao original, um clone, uma duplicação.

Isto leva a crer que existe, em nosso Universo, uma tendência de que dois espaços “iguais” fiquem instantaneamente unidos a partir do instante em que o segundo se produz. Não se sabe como essa união é feita, porque tais espaços podem estar separados por milhões de quilômetros, mas tudo que se fizer acontecer num deles também acontece no outro, sem que haja tempo para qualquer sinal, qualquer “aviso” ser transmitido de “A” para “B”. Lembrem-se que a velocidade da luz é a velocidade máxima no Universo, e em distâncias muito grandes mesmo a Luz leva horas, dias, anos para chegar.

A conseqüência prática mais estarrecedora desse paradoxo é o facto – só percebido nas últimas décadas – de que essa comunicação também se dá entre espaços isomórficos situados no mundo “macro”, como o chamam os cientistas: o mundo dos objectos e das pessoas, o mundo em que vivemos. Os primeiros indícios foram percebidos em shopping centers, que, como se sabe, são todos construídos segundo modelos limitados e idênticos. Ao que parece, a arquitetura dos shoppings tende a criar essa estrutura de espaços rigorosamente iguais, onde os fenômenos são submetidos às mesmas forças eletromagnéticas, gravitacionais, etc.

Como no nosso mundo os objectos são maiores, os fenômenos são mais difíceis de se repetir. Mas já há registros inequívocos de que pessoas que entraram num Shopping em Recife emergiram, segundos depois, num ponto idêntico de um shopping em São Paulo, e assim por diante. Há pelo menos um caso confirmado de teletransporte internacional, de uma senhora de Dallas (Texas) encontrada em 2006 no Shopping Iguatemi, de Campina Grande, sem saber como foi parar ali. São novas e excitantes descobertas da ciência, sobre as quais aguardamos, ansiosamente, maiores informações.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Tenho tanto para dizer e não digo nada....


13 Linhas Para Viver

1. Gosto de você não por quem você é, mas por quem sou quando estou contigo.
2. Ninguém merece tuas lágrimas, e quem as merece não te fará chorar.
3. Só porque alguém não te ama como você quer, não significa que este alguém não te ame com todo o seu ser.
4. Um verdadeiro amigo é quem te pega pela mão e te toca o coração.
5. A pior forma de sentir falta de alguém é estar sentado a seu lado e saber que nunca vai poder tê-lo.
6. Nunca deixes de sorrir, nem mesmo quando estiver triste, porque nunca se sabe quem pode se apaixonar por teu sorriso.
7. Pode ser que você seja somente uma pessoa para o mundo, mas para uma pessoa você seja o mundo.
8. Não passe o tempo com alguém que não esteja disposto a passar o tempo contigo.
9. Quem sabe Deus queira que você conheça muita gente errada antes que conheças a pessoa certa, para que quando afinal conheça esta pessoa saibas estar agradecido.
10. Não chores porque já terminou, sorria porque aconteceu.
11. Sempre haverá gente que te machuque, assim que o que você tem que fazer é seguir confiando e só ser mais cuidadoso em quem você confia duas vezes.
12. Converta-se em uma pessoa melhor e tenha certeza de saber quem você é antes de conhecer alguém e esperar que essa pessoa saiba quem você é.
13. Não se esforce tanto, as melhores coisas acontecem quando menos esperamos.

Gabriel García Marquez

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010


O Mundo Real não Existe para o Homem Prático

Há duas maneiras de olhar as coisas, como há duas maneiras de as não olhar. Ou se olham pondo-nos de fora delas ou pondo-nos dentro delas. Só no segundo caso as vemos bem, porque só então nos vemos mal ou simplesmente nos perdemos a nós de vista. O primeiro ver é o do homem prático, o segundo, o do artista. Um e outro também divergem no modo de não ver as coisas. O primeiro porque simplesmente as não vê; o segundo porque não repara nelas. Ao contrário do que se supõe, o mundo real não existe para o homem prático: o que existe é a sua instrumentalização. Uma flor só lhe existe se a puser na lapela ou mesmo num jarro; como um pássaro só lhe é real se o tiver numa gaiola ou o comer frito.

Vergílio Ferreira, in "Conta-Corrente 2"

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Eu sou porco

O signo do Porco

Nome chinês:
ZHU

É o signo signo da honestidade, da simplicidade e da grande força de vontade. Valente, sólido e atencioso, um indivíduo nascido este ano se empenha em sua tarefa com todas as forças e podes estar seguro que chegará até o fim. Exteriormente poderá parecer grosseiro e jovial, mas coça a superfície e encontrarás ouro puro. O Porco é um dos indivíduos mais naturais que podes chegar a conhecer. É uma boa pessoa por excelência, e não te lançará jamais um golpe baixo. É querido e apreciado porque, como a Ovelha e o Coelho, procura a harmonia universal. Sem lugar a dúvidas terá divergências e litígios com os demais, mas não guarda rancor, salvo que não lhe fique outra. Não ama agregar azeite ao fogo numa briga, e geralmente não remexe no passado. O clemente Porco estará sempre pronto para dar o primeiro passo e para estabelecer boas relações com os demais. Se não o consegue, não será seguramente por má vontade de sua parte. Tem o dom de dispor de uma enorme paciência. Sabe trabalhar com constância numa coisa ao mesmo tempo e pode converter-se num maestro excelente e escrupuloso. No entanto, é também conhecido pela paixão e vai em procura de prazeres e quando seus rasgos negativos se põem em evidência, pode até converter-se num depravado. O leal e atencioso Porco entabulará amizades duradouras e benéficas. Ama todo tipo de reuniões, adora organizar festas e participar nas mesmas, fazer-se sócio de círculos e associações de todo tipo. Organizador calmo odeia as discussões e as brigas, e é capaz de que pessoas mais diferentes entre si se levem bem. Sua credibilidade e sensibilidade são seus dotes mais preciosas. No entanto pode ser demasiado afável e condescendentes as vezes, e ademais espera do que os demais tolerem suas debilidades. O Porco não te alucinará como o Dragão e não te embruxará como o Macaco ou o Tigre, não te hipnotizará como a Serpente. Mas te apegarás tanto que já não poderás prescindir mais dele. O atencioso Porco é sinónimo de diligência e de resplandecente cortesia à antiga. Sempre está pronto para carregar com os pesares de seus amigos; não se rebelará se deve permanecer em díspar ou sustentar todo o peso com sua força incrível.

sábado, 2 de janeiro de 2010

A cidade antiga

Houve tempo em que a cidade tinha pêlo na axila
E em que os parques usavam cinto de castidade
As gaivotas do Pharoux não contavam em absoluto
Com a posterior invenção dos kamikazes
De resto, a metrópole era inexpugnável
Com Joãozinho da Lapa e Ataliba de Lara.

Houve tempo em que se dizia: LU-GO-LI-NA
U, loura; O, morena; I, ruiva; A, mulata!
Vogais! tônico para o cabelo da poesia
Já escrevi, certa vez, vossa triste balada
Entre os minuetos sutis do comércio imediato
As portadoras de êxtase e de permanganato!

Houve um tempo em que um morro era apenas um morro
E não um camelô de colete brilhante
Piscando intermitente o grito de socorro
Da livre concorrência: um pequeno gigante
Que nunca se curvava, ou somente nos dias
Em que o Melo Maluco praticava acrobacias.

Houve tempo em que se exclamava: Asfalto!
Em que se comentava: Verso livre! com receio...
Em que, para se mostrar, alguém dizia alto:
"Então às seis, sob a marquise do Passeio..."
Em que se ia ver a bem-amada sepulcral
Decompor o espectro de um sorvete na Paschoal

Houve tempo em que o amor era melancolia
E a tuberculose se chamava consumpção
De geométrico na cidade só existia
A palamenta dos ioles, de manhã...
Mas em compensação, que abundância de tudo!
Água, sonhos, marfim, nádegas, pão, veludo!

Houve tempo em que apareceu diante do espelho
A flapper cheia de it, a esfuziante miss
A boca em coração, a saia acima do joelho
Sempre a tremelicar os ombros e os quadris
Nos shimmies: a mulher moderna... Ó Nancy! Ó Nita!
Que vos transformastes em dízima infinita...

Houve tempo... e em verdade eu vos digo: havia tempo
Tempo para a peteca e tempo para o soneto
Tempo para trabalhar e para dar tempo ao tempo
Tempo para envelhecer sem ficar obsoleto...
Eis por que, para que volte o tempo, e o sonho, e a rima
Eu fiz, de humor irônico, esta poesia acima.

in Poesia completa e prosa: Vinicius de Moraes

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Cimeira de Copenhaga


A mudança climática afecta todo o planeta. Nove em cada dez catástrofes registadas são relacionadas com o clima. O aumento das temperaturas, as inundações cada vez mais frequentes, as secas e as tempestades afectam o quotidiano e a vida de milhões de pessoas. Estas incidências geram um cenário de recursos financeiros e insegurança alimentar cada vez mais catastrófico.
Os governos mundiais estão reunidos em Copenhaga, na Dinamarca, para responder a um dos maiores desafios enfrentados pela humanidade. A questão principal é como proteger o planeta e criar uma economia verde que leve à prosperidade a longo prazo
Alcançar um acordo até ao final da reunião, que termina no dia 18 de Dezembro, vai depender não só da complexa negociação política, mas também da pressão da opinião pública em todo o planeta.
As Nações Unidas lançaram o seguinte mote: Seal The Deal (selar o negócio), campanha que incentiva os internautas de todo o mundo a subscrever uma petição global que será apresentada pela sociedade civil aos governos do mundo.
A petição irá servir como um lembrete para que todos os líderes negociem um acordo justo, equilibrado e eficaz, em Copenhaga, e que selem um acordo que promova o crescimento verde, proteja o nosso planeta e construa um mundo mais sustentável, próspero economicamente e global que beneficiará todas as nações e povos.
Não há tempo a perder: faz o teu voto e sela o negócio!
Assine a petição e consulte o sítio da campanha aqui.