sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Sabrosa - Alto Douro e alguém que vale bem a pena lembrar aqui nos meus blogues o bisavô dos meus queridos filhos O Dr Joaquim Pinheiro

Sabrosa vai ter um núcleo museológico dedicado ao combate à filoxera Em Provezende, cuja candidatura foi entregue. A escolha da aldeia vinhateira de Provesende para a instalação do núcleo do Museu do Douro referente ao combate à filoxera deve-se ao facto de ter sido a partir desta aldeia que se susteve a progressão da devastação das vinhas do Douro. Foi o DrJoaquim Pinheiro de Azevedo Leite Pereira, um dos maiores proprietários da região e residente em Provesende - Sabrosa, que, depois de aturados estudos e vários ensaios, realizados em colaboração com os cientistas e viticultores franceses Jules–Émile Planchon, Jules Lichtenstein e Léo Laliman, promoveu a introdução no Douro de uma variedade de videira americana para uso como porta-enxertos. Ao fazê-lo, foi o verdadeiro pioneiro na introdução em Portugal da enxertia de castas tradicionais portuguesas sobre porta-enxertos americanos, travando-se assim a devastação das vinhas durienses pela filoxera. O processo foi rapidamente seguido em outras regiões vinhateiras portuguesas, o que deu à sua acção relevo nacional.A importância da acção de Joaquim Pinheiro de Azevedo Leite Pereira foi já assinalada aquando da exposição sobre a filoxera promovida pela Comissão Instaladora do Museu do Douro em 2002, tendo sido aproveitada a ocasião para lhe erigir um busto junto da Casa do Santo de que foi proprietário e onde nasceu e morreu. A acção deste a quem chamam o “salvador do Douro” foi muito para além da mera importação das cepas americanas. Joaquim Pinheiro criou em Provesende uma escola onde se ensinava patologia vegetal, ampelografia e vitivinicultura e se fazia a formação de podadores para as vinhas. Foi esta escola e os ensinamentos por si ministrados que permitiu a formação de formadores, como hoje se diria, que percorreram a região ensinando as novas técnicas que permitiram combater a filoxera. Joaquim Pinheiro, para contrabalançar a desorientação e desânimo geral que reinava entre os governantes e os viticultores do Douro face à devastação causada pela filoxera, foi ainda um dos principais impulsionadores da fundação da primeira Realvinícola do Norte de Portugal.

O museu será instalado num lagar tradicional situado no interior da aldeia, o que hoje em dia constitui uma raridade no Douro. No século XIX, com a criação das grandes quintas, foram deslocadas para fora dos núcleos urbanos a maior parte das grandes infraestruturas agrícolas. A maioria dos lagares que estavam construídos nas aldeias acabaram por perder utilidade e, por isso, foram na sua maioria destruídos para dar lugar a edifícios de habitação. O lagar onde será instalado o núcleo museológico tem a particularidade de não só ter chegado aos dias de hoje como não ter sido objecto de alterações, mantendo-se intacta a sua estrutura inicial do século XVIII. Ao ter estado integrado numa grande propriedade agrícola, é um espaço bastante amplo que dispõe de vários lagares, para além de vestígios de um sistema de aquecimento para precipitar a fermentação que tem despertado a maior curiosidade de vários especialistas. Estes sistemas rareiam e a maior parte dos que ainda existem datam do século XIX, ou seja, são bastante posteriores. Outra das razões que levam à escolha deste espaço deve-se à sua localização. O lagar encontra-se junto à casa onde viveu e morreu José Pinheiro de Azevedo Leite Pereira, o que só por si valoriza mais o papel daquele que foi o grande impulsionador do combate à filoxera. Por outro lado, o lagar está situado no limite da área contemplada pelo plano de pormenor da aldeia, no lado oposto à entrada de Provesende. Ou seja, a visita ao núcleo museológico obrigará os visitantes a percorrerem a maior parte do núcleo histórico agora reabilitado. Assim como obrigará quem visita o Douro a deslocar-se a Provezende.Esta iniciativa faz parte da estratégia da Câmara Municipal de Sabrosa, apostada em valorizar o vasto património da aldeia vinhateira de Provezende e em atraír turistas que possam constituir um forte contributo para o seu desenvolvimento económico. In semanário Notícias do Douro

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

O Poder do Olhar

O OLHAR… É ATRAVÉS DO OLHAR QUE ENXERGAMOS O CORAÇÃO. O OLHAR É A JANELA DA ALMA . O OLHAR PENETRA A ALMA É SEDUÇÃO... É DESEJO, É COMUNICAÇÃO ENTRE O CORPO E A RAZÃO…
"Os olhos conversam tanto quanto as línguas que utilizamos, com a vantagem de que o dialeto ocular, embora não precise de dicionário, é entendido no mundo todo". (Ralph Wando Emerson)

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

O mundo felicita Barack Obama pelo Nobel da Paz e reconhece-o como símbolo universal.

Barack Obama vai doar o Prémio Nobel, no valor de 1,4 milhões de dólares para a caridade, anunciou a porta-voz do presidente dos EUA.
A notícia causou surpresa, mas os parabéns foram enviados de todas as partes do mundo logo depois ao anúncio do Prémio Nobel da Paz concedido a Barack Obama, com a maioria dos votos de felicitações acompanhado do desejo de que o prêmio incentive o presidente americano a intensifcar os esforços pela paz no mundo.

"O presidente Obama personifica o novo espírito de diálogo e compromisso com os principais problemas do mundo: mudança climática, desarmamento nuclear e um amplo leque de desafios à paz e segurança".
Uma recompensa bem merecida que me deixa felicíssima, foi entregue a Barack Obama pelo seu decidido compromisso pela defesa dos direitos humanos, da justiça e da propagação da paz no mundo. Obama diz-se surpreendido e muito honrado. Grande Senhor do Mundo este, que todos devemos louvar. Pela parte que me toca aqui deixo o meu contributo, como não podia deixar de o fazer.

Bom fim de semana.



quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Há dois Douros

(Há um Douro de aparência, de eventos, de próspera superficialidade, e há o Douro profundo, da ruralidade, hoje palco da miséria, do desemprego, da falência da vinicultura. Julga o Douro da aparência que consegue sobreviver sem a solidez do Douro profundo. E os novos barões do Douro, emissários dos caprichos da capital e subservientes à ladroagem comercial do Porto, cá andam felizes e contentes a atirar-nos areia aos olhos com manobras de diversão. Se o Douro profundo cair, o da aparência pouco mais durará)

Quem passa por esta Vale Encantado e olha para a sua beleza rude, deliciando-se com memórias de géneses que são comuns a todos, e espraia o pensamento na melancolia arrepiante das suas auroras ou pores-do-sol; quem pára e repara na brisa evocativa que, quase sempre, dança entre o rio e a encosta como uma bailarina ao som das vozes de cantadeiras que pairam nas recordações imperceptíveis que só a alma discorre, não sabe que o Douro que vê não é só um. A sua unicidade e solidez está quebrada por anos de incúria, incompetência e desrespeito à sua essência. Há dois Douros: o que se vê e que se ouve, e um outro que anda escondido na vergonha própria e no silêncio a que o obrigam os castradores do futuro.O Douro nunca foi terra pacífica, pois nela sempre se ergueram combates: contra a prepotência do Poder, contra a doença de homens e vinha, contra a serra agreste, o rio violento, contra a miséria que escravizou gerações.

Mas o Douro teve sempre uma alma que, apesar das machadadas, nunca se rasgou. Vai-se rasgando agora, à custa de modernidades mais empedernidas e balofas que o verdete ancestral das nascentes cobertas pelos silvados. Há um Douro que brilha nas capas das revistas da moda, que vem no catálogo dos bens da Humanidade, que resplandece nos eventos fúteis que meia dúzia de barões, políticos há séculos agarrados à gamela, lhe proporcionam, mais a olharem para os próprios umbigos do que para o Vale. Vale que os sustenta na ambição, na vaidade, no poder, nos salários chorudos e nas reformas imerecidas que os esperam. O Douro sempre assim foi: generoso para com quem lhe seca as tetas, e carrasco para quem o trata com seriedade. E é essa gente, que existe porque o Douro existe, que sobrevive porque o Douro lhes paga, que – no ripanço da mordomia, fazendo que faz – lhe tenta dar essa imagem irreal e desvirtuada. E quem vai nesta cantiga, chega a convencer-se que o paraíso pousou aqui. A fachada é de tal ordem, densa e protegida, o cambão dos interesses políticos é tão cerrado, que é muito difícil descobrir o outro lado do Douro, o verdadeiro, aquele que ainda luta para que o sustentáculo da sua razão de ser não se desmorone na tragédia que querem ocultar.
É o Douro do desemprego rural, da gente que anda há meses com o corpo curtido do sol sem receber salário, dos pequenos agricultores que são fustigados dia-a-dia com cartas do Banco a reclamar débitos, dos lavradores que têm de se governar com os preços das suas produções a reduzirem-se à ínfima e os custos das mesmas a dispararem. E há também a queda da Casa do Douro – ainda há anos o grande pilar da região e suporte dessa coisa linda que se chamou interprofissionalismo – a desabar debaixo dos torpes ataques de governos incapazes, de ministros vingativos e de um Comércio cego que há-de ser vítima dos lobos que soltou. Este é o lado obscuro do Douro, o lado que os tais barões tentam encobrir, porque desvendá-los, é denunciar também a sua incompetência em resolver os problemas a que se comprometeram dar solução, é bradar aos céus pela incúria com que vestem um Douro de fato novo mesmo sabendo que as ceroulas estão rotas e puídas, é acusá-los de vendilhões num templo onde a actividade vinícola foi arrasada do altar.

Como se o Douro pudesse existir sem a vinha, sem os seus muros de xisto, sem os seus socalcos tratados. Como se houvesse alguma viabilidade para todo o resto – seja ele qual for – se este Douro tricentenário de escadarias, caísse em ruínas!Como uma velha beladona que trata com minúcia das rusgas, usando cremes e tratamentos caros e de eficácia duvidosa, assim é o Douro, que anda preocupado com a aparência, mesmo sabendo que, por dentro, tem os órgãos vitais a apodrecer. E o Douro serve para tudo: até para acolher políticos fracassados, escorraçados de Lisboa, e que há muito deviam ter regressado às suas profissões de origem mas que, por via do tal Douro generoso, ainda se mantêm em funções fazendo da tal política a sua profissão e do Douro a fonte de rendimento.
São esses que o pintam de dourado e a quem convém esconder esse lado trágico e negro do Douro. Desse obscurantismo dependem o seu futuro político, os seus tachos, a sua influência, a doce vida de andar a vender tretas sem pregar prego nem estopa.E olham, com olhar de cordeiro que mascara o do crocodilo, o roubo de um cadastro, como se o mesmo fosse obra de um acaso e não custasse gerações de trabalho, numa apropriação que transforma o Governo que pariu a Lei, num bandido pior que um salteador de estrada. Não é nada com eles, os barões do Douro, emissários zelosos de Lisboa, curvados em vénia permanente aos mandantes da capital, que medem o Douro pelos arráteis de ignorância que lhes preenche o cérebro. Querem fazer do Douro o que ele não é. Querem transformá-lo à mercê dos interesses que o querem descarnar.

Mas desiludam-se, que a terra é curta mas Deus é grande! E o deus do Douro não perdoa. Destruam a raiz ao Douro e depois queixem-se que por lá não medra nem vinha, nem oliveira, nem pomar, nem hotel, nem golfe, nem passeatas no rio, nem nada! O Douro sem a vinha e o assento que a sustenta, não é nada! É um monte com um rio em baixo, como muitos outros montes com rios em baixo!Julgam-no inesgotável, como julgavam o mar. Mas não é assim. O Douro tem que ser trabalhado todos os dias. O Douro vinícola tem que ser foco das atenções todas as horas. Porque, se não o for, tudo o resto acabará.Continuem a cuidar da aparência do Douro e não lhe tratem da essência, e depois verão no que dá essa insensatez.
por Francisco Gouveia, Eng.º in Noticias do Douro

domingo, 20 de setembro de 2009

In Your Time ... In Your Time - LONDON




















































domingo, 30 de agosto de 2009

O Amor Puro Amor que me faz assim... Bom Fim de Semana

Louis Armstrong > Peace & Love
video

No palco da nossa vida somos nós que mudamos o cenário…

Conforme o tempo passa, mais eu acredito na importância das coisas que me acontecem. Isto porque tenho prestado atenção à minha vida, à minha existência, às mais diferentes circunstâncias e passagens que tive que viver; concluí que, de tudo aproveitei bastante pois nada deixou de ser muito importante e muito valioso para o minha evolução como pessoa humana. Reflectindo sobre isto, percebo que somos actores desempenhando um papel fundamental e único, numa peça formidável fundamental e complexa que se chama “vida”, cujo cenário, roteiro e elenco são programados pelos meus sentidos, pelo meu amor e pelos meus afectos. Umas vezes a peça torna-se triste, cansativa, sem cor , sem interesse, sem sabor e sem saber e outras vezes, alegre, fantástica, recheada de alegria, muita cor, sabor e sabedoria.

O importante é que não deixe de actuar, fazendo sempre o melhor nesse papel, pois tudo o que tenho que viver é justamente o que me resta e necessito aprender.
Há momentos em que fico desanimada, pois o elenco é pobre cansativo e desolador... Mas nunca esqueço que o importante é o que se passa no meu interior, no meu verdadeiro eu. Que vença o Amor. Que a esperança nunca me abandone, pois o futuro haverá de ser mais ameno e mais calmo se depender do que fizer no presente, embora continue a ter muitas duvidas, porque os humanos são intrometidos e maléficos para as mais lindas e mais pequenas coisas da vida ou seja as mais valiosas. Tanto está no pequeno frasco o melhor perfume, como o pior veneno. Veja-se quaõ paradoxal é a existência das coisas. Assim, o livre - arbítrio, ou seja o nosso instinto que nos orienta a conduta, é que nos concede a liberdade de aprendermos, ou não, com a vida todos os dias. O tempo pode ser a mais poderosa das respostas, e, no momento certo, a mais compreensiva e esclarecedora delas. A vida dá muitas voltas. Feita de laços e embaraços, cansa-nos os braços, para que não percamos muito tempo com tudo aquilo cujo conhecimento já foi adquirido, cujo perfume já foi conhecido…cujo veneno já se conhece o antídoto, ou seja, tudo já foi percebido. Percebi que tudo acontece para que o meu caminho seja mais florido, mais colorido, mais construtivo e mais evolutivo... acontece, para que eu conheça o que realmente há para conhecer e, perceber a grande obra de arte e grande missão de vida, que está na nossa mão.

Quando o silêncio do tempo se instala à nossa volta somos obrigados a respeitar. .. acontecem as mudanças que fazem com que a nossa visão interior nos mostre algo diferente, tudo aquilo que não estamos habituados a ver, nem a respeitar e, nem a perceber, mas que existe, e é preciso sabermos que existe. È o novo, e o novo é sempre a certeza de um novo saber ... de estarmos inseridos numa nova realidade numa nova verdade, na real e verdadeira verdade, na verdadeira evolução e no real e verdadeiro crescer. O tempo traz consigo sempre algo diferente que devemos saber perceber, e, o novo é o que sentimos a cada respiração, a cada minuto, a cada hora, a cada dia, a cada ano. Não podemos ter medo desse mundo grandioso que é sempre o mundo novo. Não podemos temer as novas estações ou as alterações do clima. Podem entristecer-nos e até fazer-nos sofrer, mas o o tempo existe para nos mostrar o caminho a seguir, e, quase de certeza que traz consigo resultados valiosos e mais valias, pois é com o quando o tempo se altera que vemos a natureza florir, é com as alterações do tempo que a natureza se regenera, e nunca deixa de ser bela e nem de nos surpreender e encantar.

O tempo é um porto de abrigo seguro, que nos obriga a sorrir. Se for difícil de encenar, resta-nos a certeza de aprender a compreender bem o que traz para nos ensinar.
Vivendo todos nós momentos difíceis, cada um à sua maneira, procuremos tirar deles os ensinamentos que pudermos, para que possamos passar para outras dimensões, livres de cenas desagradáveis, tristes e sofridas, ódios e rancores, encenando sim uma peça no palco da vida digna de se recordar. Se um roteiro for bem interiorizado e compreendido, ele dissolve-se no cenário que facilmente conseguimos montar, e seguimos no palco da vida mais soltos, mais livres, melhor caracterizados, e acreditem, no palco da vida, somos nós quem muda o cenário...

Um Abraço e Até Sempre, ManuelaPinheiro (DA)

sábado, 8 de agosto de 2009

Camden Town London















"Beijos, abraços, solfejos,compassos! Feita de laços e embaraços a vida troca-nos os passos! Aperta-a e desata-a bem ! Com o poder da tua mente, segue em frente; Vê e vai mais além!..."
ManuelaPinheiro* (D.A)





















































terça-feira, 21 de julho de 2009

M A R C U S - T U L L I U S - 5 5 A. C.

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O Que é a Paixão



"Paixão é o elemento no qual nós vivemos; sem ela, nós apenas vegetamos." (Lord Byron)

"Amor sem paixão é triste; paixão sem amor é horrível." (Autor Desconhecido)

"Paixão é a gênese de gênio" (Anthony Robbins)

"É a paixão que está em um beijo que dá a ele sua doçura; é o afecto em um beijo que santifica-o." (Christian Nevell Bovee)

"Grandes dançarinos não são grandes por causa de suas técnicas; eles são grandes por causa de suas paixões." (Autor Desconhecido)

"A única diferença entre um capricho e uma paixão eterna é que o capricho dura um pouco mais. (Oscar Wilde)

"Nada grandioso no mundo foi realizado sem paixão."
(Georg Wilhelm Friedrich Hegel)

"Paixão é uma infinidade de ilusões que serve de analgésico para a alma. As paixões são como ventanias que enfurnam as velas dos navios, fazendo-os navegar; outras vezes podem fazê-los naufragar, mas se não fossem elas, não haveriam viagens nem aventuras nem novas descobertas." (Voltaire)

"Quem domina suas paixões é escravo da razão." (Cyril Connolly)

"A duração da paixão é proporcional à resistência original da mulher."
(Honoré de Balzac)

"Se não se passou pela obrigação absoluta de obedecer ao desejo do corpo, isto é, se não se passou pela paixão, nada se pode fazer na vida."
(Marguerite Duras)

"A ausência diminui as paixões pequenas e aumenta as grandes, porque o vento apaga velas e ventila um incêndio." (François de La Rochefoucauld)

"As paixões são como as ventanias que incham as velas do navio. Algumas vezes o afundam, mas sem elas não se pode navegar." (Voltaire)

"Quem se apaixona por si mesmo não tem rivais." (Benjamim Franklin)

"Em sua primeira paixão, uma mulher ama seu amante, em todas as outras tudo que ela ama é o amor." (Lord Byron)

"As paixões humanas, como as formas da natureza, são eternas."
(León Bourgeois)

"O apaixonado nunca é feliz; a felicidade é o preço da audácia." (Lope de Vega)

"A paixão é a mais rápida a desabrochar, e a mais rápida a desaparecer. A Intimidade desenvolve-se mais lentamente, e o compromisso mais gradualmente ainda." (Robert Sternberg)

"Se resistimos às nossas paixões, é mais pela fraqueza delas que pela nossa força." (François de La Rochefoucauld)

"As paixões fazem menos mal que o tédio, pois elas tendem a diminuir e ele a aumentar." (Barbey D'aurevilly)

"Amor é o mais terrível, e também o mais generoso das paixões; é o único que inclui em seus sonhos a felicidade de outra pessoa."
(Jean Baptiste Alphonse Karr )

"Como são sábios os que não passam de tolos apaixonados!" (Joshua Cooke)

"Como uma coisa tão assustadora pode ser ao mesmo tempo tão boa? Apaixonar-se é abrir-se para o outro sem nenhuma garantia."
(Autor Desconhecido)

"Comigo a poesia não foi um propósito, mas uma paixão." (Edgar Allan Poe)

"Não há diferença entre um sábio e um tolo quando estão apaixonados. Quando alguém está apaixonado, começa por enganar-se a si mesmo e acaba por enganar os outros." (Autor Desconhecido)

"Consciência é a voz da alma; as paixões são a voz do corpo."
(Jean-Jacques Rousseau)

"O fogo da paixão diminui e nos permite aproximar mais do eu interior."
(Autor Desconhecido)

"Sem paixão você não têm energia, sem energia você não têm nada."
(Donald Trump)

"O homem ama naturalmente a verdade e o bem, e deles só se aparta quando as paixões o arrastam e extraviam." (Autor Desconhecido)

"A paixão jamais combina com lógica ou com racionalidade. A paixão é uma prisão paradisíaca." (Autor Desconhecido)

"As grandes paixões, aquelas que chegam de repente, sempre trazem consigo as suspeitas." (Miguel de Cervantes)

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Dedico-te meu sonho meu agora...

Veio de manhã molhar os pés na primeira onda. Abriu os braços devagar, entregou-se ao vento. O Sol veio avisar que, de noite ele seria a Lua. Aproveitava os carinhos do mundo. Os quatro elementos de tudo. Deitada diante do mar... que, apaixonado entregava as conchas mais belas...
tesouros de barcos à vela que o tempo não deixou voltar...

domingo, 14 de junho de 2009

Qual é o seu caminho?

Um dia um bezerro precisou atravessar uma floresta virgem para voltar ao seu pasto.
Sendo um animal irracional, abriu uma tortuosa trilha, cheia de curvas, subindo e descendo colinas...
No dia seguinte, outro animal que passava por ali, usou a mesma trilha torta para atravessar a floresta.
Depois foi a vez do carneiro, líder de um rebanho, que fez seus companheiros seguirem pela trilha torta.
Mais tarde, os homens começaram a usar esse caminho: entravam e saiam, viravam à direita, à esquerda, reclamando sempre mas não faziam nada para mudar a trilha.
Depois de tanto uso, a trilha acabou virando a estrada onde os pobres animais se cansavam sob cargas pesadas, sendo obrigados a percorrer em 3 horas a distância que poderia ser vencida em no máximo, uma hora...
Muitos anos se passaram e a estrada tornou-se a rua principal de um vilarejo. Posteriormente, a avenida principal da cidade. Logo a avenida transformou-se no centro de uma grande metrópole e por ela passaram a transitar diariamente milhares de pessoas, seguindo a mesma trilha torta feita pelo bezerro.centenas de anos antes.
Os homens têm a tendência de seguir, como cegos, por trilhas feitas por outros, muitas vezes inexperientes, e se esforçam a repetir o que os outros já fizeram. E a velha floresta, do alto da sua sabedoria, ria daquelas pessoas que percorriam a trilha como se fosse um único caminho... sem se atreverem a mudá-lo.
A propósito, qual é o seu caminho?

quarta-feira, 10 de junho de 2009

A crise sente-se ou não?


Numa pequena vila estância balnear na costa sul de França, chove nada de especial acontece,
mas, a crise sente-se.

Toda a gente está carregada de dívidas e deve a toda a gente.

Subitamente, um rico turista russo chega ao foyer do pequeno hotel
local. Pede um quarto e coloca uma nota de 100 Euros sobre o balcão,
pede uma chave de quarto e sobe ao 3º andar para inspeccionar o quarto
que lhe indicaram, na condição de desistir se lhe não agradar.

O dono do hotel pega na nota de 100 Euros e corre ao fornecedor de
carne a quem deve 100 Euros, o talhante pega no dinheiro e corre ao
fornecedor de leitões a pagar 100 Euros que lhe devia há algum tempo.
Este, por sua vez, corre ao criador de gado que lhe vendera os leitões
e este por sua vez corre a entregar os 100 Euros a uma prostituta que
lhe cedera serviços a crédito. Esta recebe os 100 Euros e corre ao
hotel a quem devia 100 Euros pela utilização casual de quartos à hora
para atender clientes.

Neste momento o russo rico desce à recepção e informa o dono do hotel
que o quarto proposto não lhe agrada, pretende desistir e pede a
devolução dos 100 Euros. Recebe o dinheiro e sai.

Não houve neste movimento de dinheiro qualquer lucro ou valor acrescentado.

Contudo, todos liquidaram as suas dívidas e estes elementos da pequena
vila costeira encaram agora com optimismo o futuro. Dá que pensar...
Saber é preciso !
Ignorar é cumplicidade !

É preciso que se saiba

"... se os portugueses comuns (os que têm trabalho) ganham pouco mais de metade (55%) do que se ganha na zona euro, os nossos gestores recebem, em média:

- mais 32% do que os americanos;

- mais 22,5% do que os franceses;

- mais 55 % do que os finlandeses;

- mais 56,5% do que os suecos"

(dados de Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 24/10/08)

E são estas bestas que chamam a nossa atenção porque "os portugueses gastam acima das suas possibilidades".

.............Entre eles salienta-se o ILUMINADO génio das finanças Vítor Constâncio